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sábado, 23 de outubro de 2010

sexta-feira, 22 de outubro de 2010

My Sissy Boyfriend

Esse é um site muito interessante dêem uma olhada!

Ele tem alguns vídeos demos pena que muito limitados.

quarta-feira, 13 de outubro de 2010

Uma nova vida


Todo mundo começa se apresentando , mas eu já nem sei quem sou...
tudo começou quando eu e minha esposa (sou casado a 7anos) começamos a entrar num período de monotonia em nossa relação íntima. parecia que nadamais fazia sentido, que tudo era a mesma coisa que nada mais tinha sentido, mas um dia tudo mudou...
minha esposa chegou diferente em casa naquele dia, parecia alegre, radiante, com um sorriso malicioso nos lábios, que estavam particulamente úmidos e com olhos brilhantes que faiscaram ao me ver. não sou nenhum deus grego, muito menos tenho o dote anunciado nos contos que vejo publicadosna internet, mas durante um bom tempo foi a alegria de minha esposa e de outras poucas mulheres com quem transei.
quando abriu a porta minha esposa me abraçou de um jeito diferente, me beijou um tanto mais quente e sussurrou ao meu ouvido "hoje teremos surpreza meu amor!".
quase desmaiei, derreti, congelei e evaporei ao mesmo tempo pois aquela voz doce e suave em meus ouvidos fez despertar sensações a muito dormecidas. senti um arrepio nas costas e o meu pênis deu um sinal de vida ficando durissimo na mesma hora, pois sabia que aquela promessa faria reviver nossa chama.
quase não aguentei de curiosidade, pedindo, ou melhor, implorando para ela me dizer o que me esperava, mais nada... o banho foi uma ducha que mal amenisou minha situação, o jantar alguns bocados mal engolidos, sobremesa, café, cigarro, prá que? fomos direto ao nosso quarto, simples, porém naquele momento seria novamente nosso ninho de amor.
nossas primeiras carícias, beijos que de leves e superficiais, passaram-se a ser sofregos e profundos como a muito não acontecia entre nós. quando eu ia partir para o ataque, para abater a minha vítima indefesa, ela disse "não, hoje vai ser diferente. estava conversando com minhas amigas sobre nossa relação e elas me deram uns toques, uma receita infalível que funcionou com elas e que poderá funcionar conosco também, basta voce confiar em mim... se entregar, deixar que pelo menos hoje eu comande nossa relação".
como eu estava naquela situação, mem pestanejei e lhe disse que faça tudo que você quizer, sou seu escravo, só quero ser feliz ao seu lado, tê-la novamente em meus braços e com este sorriso e olhar maravilhosos.
-então deite-se e feche os olhos ela disse.
deitei-me fechei meus olhos e senti meu coração pulsar mais rápido. deixei-me levar pelas mãos da mulher amada. devagar ela foi retirando minha camisa, e a cada botão que abria um beijo, uma lambida, um suspiro. tirada a camisa foi a vez do shorts que deslisou em minhas pernas, como havia acabado de tomar banho estava sem cuecas, meu membro pulou e deu uma pancada em seu rosto, rindo ela disse - sem violência meu amor. tendo dito isto foi aos meus pés e começou a beija-los, acariciá-los, como nunca tinha feito antes e da mesma forma fou subindo pelas pernas. joelhos, coxas, quase gosei quando ela começou alamber entre minhas coxas e chegou nos testículos que foram mordidos e chupados um-a-um, delícia dos deuses, era o paraiso na terra. quando achei que ela ia me chupar ela me dissepara virar de costas... a contragosto virei, pois etava acostumado com aquela rotina, mas sabia que naquele dia seriaa diferente, não reclamei, virei, abri os braços e me acomodei de bruços. novamente começou o ritual pelos pés, pernas e cochas, depois ela pulou para a nuca,as costas causando arrepios e prazer, fui advertido para não gosar, senão acabaria a festa por ali mesmo. foi descendo beijando e lambendo meu dorso até a minha bunda que foi devidamente amassada e beijada, comecei a achar estranho, mas ela estavaagora abrindo mais minhas pernas, depois fazendo carinho no meu reguinho, tentei reagir mas ela melembrou "você prometeu...", não tinha remedio, mas afinal pra que reclamar, estávamos só nos dois, deixei passar e continuei a começei este carinho novo, cada vez mais intenso, percebí que ela aproximando-se e sentí a maior delícia de todas que ja tinha recebido, sua lingua tocando meu ânus, a principio de leve, nas beiradas, mas foi se introduzindo e lambendo e beijando e chupando cada vez com mais intensidade que eu cheguei nas núvens, nunca poderia imaginar poder sentir tal prazer. ela parou e eu fiquei com raiva, querendo mais, ela disse "calma", percebí então que ela estava passando um creme nas nadegas e no reguinho, suas mãos começaram a acariciar minha bunda e ocuzinho, e com aquele creme deslizando foi incrivel,mas derrepente, algo diferente, uma pressão, pera aí, disse eu, mas só ouvi um "relaxa"... fazer o que?, relaxei, e ainda bem que o fiz, a partir daquele momento comecei a perceber o quanto tinha perdido durante todos estes anos, primeiro um dedino, pressionando meu cuzinho virgem, depois penetrando, depois socando fundo, vai-e-vem, que delicia, depois dois dedinhos, tres... mas a surpresa mesmo viria agora, ela me pos de costas, dobrou minhas pernas, edindo ainda para eu manter os olhos fechados, já não comandava minhas açoes, era um bibelô em suas mãos... ela ajoelhou-se em minha frente e sentí algo pfressionando meu cuzinho, desta vez não tentei evitar, sabia que estava em suas mãos , ela foi pressionando e o meu rabinho foi cedendo, cedendo, cedendo... ate quesenti que algo me preenchia equeseus pelinhos pubianos estavam encontrando-se com os meus agora ela começoua forçaor vai-e-vem... cada vez mas rápido, cada vez mais forte, cada vez mais gostoso... estava delirando, gemendo, pedindo a ela pra me comer, me arrebentar, me fazer sua fêmea e desta forma neste clímax gozei, como nunca tinha gosado, sem ao menoster tocado o meu pênis, se há um paraiso, eu cheguei lá....
desfaleci, e ela também caiu por cima de mim e caimos num sono reconfortador. ao acordar-mos conversmos sobre o assunto, ela me pergundou o que eu tinha achado da experiência e disse que ela me fez trenacer para o sexo, e nosso amor refloriu.
de lá pra cá não sou mais o mesmo, prometí a ela uma surpreza e cumprí (conto em outra oportunidade). muitas coisas rolaram entre nós, muita ex´periência nova, exitante e prazeirosa.
se vc gostou deste conto, diga-me qual sua experiência meu e-mail claubrasil@yahoo.com
De machão a uma fragil femeaAutor: jrEnviado em 17/07/2009
Hits: 1.117Qualificação: ononononon Ola, esta é a primeira vez que vou escrever aqui, e o que vou relatar agora aconteceu realmente. tenho 29 anos, sou heteosexual, e casado a 6 anos com uma linda mulher de 27 anos tambem heterosexual. tudo começou a algum tempo quando estávamos assistindo a um filme pornô e fazendo amor. sempre tive vontade de comer sua bundinha mas ela nunca deixou, pois falava que iria doer pois eu tinha um pau muito grosso. então sem ela saber comprei um consolo pela net. após chegar na nossa primeira festa apresentei para ela o presentinho dela, ela gostou mas ficou desconfiada. foi ai então que abri o jogo e falei que ele era mais fino (tinha 13x4cm) para que eu pudesse comer sua bundinha. no começo ela não aceitou, mas durante a transa ela foi gostando da idéia. comecei a chamá-la de puta, vadia e o negocio foi esquentando. finalmente ela falou: “vou virar de quatro e você soca em mim, mas com cuidado, sou virgem ainda”. peguei o brinquedinho lambuzei ele com lubrificante e comecei a roçar o seu buraquinho. forçava a entrada e ela travava. falei pra ela que não era assim também tão dolorido. ela virou e disse: “porque não é no seu”. lambuzei mais um pouquinho e comecei novamente a forçar a sua entrada. novamente ela reclamou falando que estava doendo. mandei ela relaxar e continuei a forçar a entrada mas ela estava travada, então para relaxá-la comecei a bater a mão na sua xaninha e enviar o dedinho. mas nada dela liberar a bundinha. foi ai que falei colabora, não dói tanto assim. ela virou e disse “não?”. virou-se pra mim, pegou o consolo da minha mão e disse: “vira de quatro ai que você vai ver se dói ou não”. fiquei parado olhando pra ela, não acreditando nisso, mas no fundo louco pra que isso acontecesse, pois a algum tempo ela tinha sem querer ou querendo, relado no meu cuzinho durante uma transe a adorei a sensação. bem voltando ao caso. eu olhei fixo pra ela e comecei a rir e disse: “você esta zuando comigo”, ela disse: “ué você não disse que não dói, vamos ver se não dói mesmo.” tentei argumentar mas ela falou uma coisa acabou comigo: “direitos iguais, você não comprou o consolo pra enviar em mim? então como eu não vou usar, não podemos jogar o dinheiro fora. alguém tem que usar. e esse alguém vai ser você” depois disso ela me colocou de quatro, abriu minha bunda e enquanto lambuzava o consolo com lubrificante, começou a roçar a sua xaninha gostosa, que estava quente e úmida no meu cuzinho, isso foi me relaxando e fazendo com que eu empinasse cada vez mais minha bunda. então quando menos esperava ela encostou aquele consolo em mim e falou: “agora você vai ser mulher, vai ver como é bom dar o cuzinho. você vai ser minha puta”. só disse a ela: “vai com calma que sou virgem”. ela começou a forçar a entrada daquele consolo no meu cuzinho, mas como ela tinha me roçado com sua xaninha estava tão relaxado que ele começou a logo entrar. senti uma dorzinha durante uns 10 segundos e logo ela me fala: “viu sua vadia ele esta todinho dentro de você”. e começou a falar um vai-vem bem devagar. quando ela viu que meu pau estava todo duro começou a bater uma punheta pra mim e falava: “sua vadia você sempre quis dar o cuzinho pra mim. porque nunca pediu? ta gostando?” eu só respondia “sim, ai”. então ela mandou começar a rebolar ficou fazendo isso durante um tempo ate que gozei como uma cadela. após isso ela só me falou. viu não dói mesmo. a partir de hoje sempre que eu quiser você será a minha puta e eu seu macho. após esse acontecimento às vezes ela me pega e me come. nunca deixa eu comer sua bundinha, mas adora comer a minha. se gostaram deste historia real. deixem o comentário que da próxima vez conto o dia que ela pediu pra que eu me vestisse de mulher e ela de homem. foi uma loucura.
as mulher que quiserem saber como fazer seu homem virar uma fêmea, me escrevam preciso_deajuda@hotmail.com. só responderei as mulheres.


William graduados com honras



Antonio Paulo sempre adorou ser penetrado por mim (ele não é veado, gosta de ser penetrado apenas por mulheres), isso fez com que tentassemos alguma coisa diferente durante nossas transas. Assim que ele se deitou, de barriga prá cima e segurando os joelhos junto ao peito, eu mergulhei meu dedo num potinho de pasta d'água e gentilmente enfiei-o em sua bunda. Senti que seu esfincter comprimiu meu dedo como se fosse uma dedeira apertada de borracha. Mexi meu dedo para fora e para dentro, até que o ânus dele começou a relaxar, comecei então a mover meu dedo como se fizesse um circulo, empurrando para os lados contra o anel muscular, cedendo-o um pouco. Apliquei mais pasta a dois dedos e então inseri a ambos. Antonio Paulo gradualmente relaxou, a tensão em seu rosto sendo substituída por um olhar de intensa absorção, como se não pudesse mover um só músculo. Seu pênis estava duro, róseo e ereto, pulsando levemente, a cada batida de seu coração. Uma gota do líquido lubrificante surgiu no buraquinho da sua cabeça. Antonio Paulo começou a forçar seus quadris, empurrando contra meus dois dedos. Agarrei o seu pênis e ele começou a suspirar e a gemer. Comecei a masturbá-lo com minha mão inteira. Depois de apenas cinco movimentos, seu corpo todo se arqueou e ele gemeu mais alto, seu esperma explodindo para fora em poderosos jatos. O primeiro era tão forte que quase atingiu sua testa, e eu contei mais quatro contrações fortes. Antonio Paulo prendeu minha mão com um agarre forte e manteve meus dedos ainda lá dentro. Ele respirava em jatos, como se incapaz de recuperar seu fôlego normal. Depois que se recuperou me disse que esse tinha sido o orgasmo mais forte que jamais tinha tido. Ele disse que a princípio sentiu a penetração como uma coisa estranha, mas assim que relaxou seu traseiro a coisa foi ficando mais quente e mais quente, como se esse calor estivesse subindo para o seu pinto. Finalmente ele sentiu seus músculos anais relaxarem e com isso um sentimento de submissão. Escutar essas coisas, realmente me excitou. Comecei a beija-lo e ele desceu suas mãos até minha vagina e seus dedos passaram a agir sobre o meu clitóris e me conduziram ao orgasmo. Duas noites mais tarde, decidimos tentar uma penetração com um consolador. Usamos um pequeno pepino que lavei cuidadosamente com uma escovinha, para tirar todo o agrotóxico que eventualmente houvesse na casca. Preparei Antonio Paulo com meus dedos cheios de pasta e então pressionei o pepino lubrificado contra seu ânus relaxado. O frio do pepino fez com que ele se contraísse um pouquinho, mas procurei progredir aos poucos, empurrando o pepino uns três centimetros e então puxando-o para fora, empurrava outros quatro ou cinco centimetros e depois puxava para fora e assim por diante. Sem esperar pela autorização dele, comecei a puxar o pepino para fora e em seguida enfia-lo inteirinho, deixando para fora apenas uma beiradinha por onde segurava com minhas unhas. Por alguns momentos ele não disse absolutamente nada, como se estivesse a perceber como se sentia. Então ele começou a suspirar e disse: "Puxa, como é gostoso! Oh! Enfie mais." Eu aumentei o rítmo e logo ele estava empurrando seu quadril contra o pepino, como se quisesse engoli-lo mais ainda. "Foda minha bunda" ele implorou. "Oh! Pegue o meu pau! Quero gozar enquanto você está me fodendo." Foi difícil masturba-lo enquanto enfiava o pepino com a outra mão, mas eu consegui e logo ele estava lançando jatos de esperma por todo o seu peito peludo. Antonio Paulo pediu que eu não me mexesse, dizendo que queria saborear a sensação do pepino em sua bunda enquanto eu segurava o seu pênis. Minha vagina estava toda molhada com os meus sucos, mas isso era de pouca importância, diante da satisfação que eu sentia em criar todo esse foguetório sexual. Ele se endireitou, fazendo o pepino escorregar para fora de sua bunda e me derrubando na cama. Começou a beijar-me ferozmente, então foi lá pra baixo, para lamber minha vulva apaixonadamente. Logo eu estava gozando poderosamente, prendendo sua cabeça entre minhas coxas. Mais tarde, Antonio Paulo descreveu como era delicioso ser fodido pelo pepino, dizendo que se sentiu como se houvesse uma conexão direta entre sua bunda e seu pinto, de maneira que cada vez que o pepino entrava nele era como se "o pepino estivesse esfregando em meu pau pelo lado de dentro." Agora nós já temos vários consoladores de plástico, um pequeno como o pepino, outro de tamanho médio mais ou menos do tamanho do pênis dele e outro bem grandão. Tambem temos uma espécie de cinta de couro com um pênis de plástico acoplado, que eu prendo em minha cintura e nas pernas, para poder penetrá-lo com todo o meu corpo. Quando eu visto essa cinta, o olhar de prazer, excitação e antecipação no rosto dele é alguma coisa de notável. Eu adoro foder a bunda dele porque sinto que estou entrando dentro dele da forma mais íntima possível. Ele se entrega totalmente ao meu controle, submetendo-se a mim como jamais fez antes. O poder desses momentos é intoxicante. Normalmente fazemos amor na posição que ele chama de "cata-cavaco". Adoro quando minha coxas batem na parte de trás das coxas dele, quando eu consigo a máxima penetração. E quando isso acontece, Antonio Paulo força para trás em direção ao "meu" pênis e eu posso enlaça-lo por trás e masturbar o seu pênis ao mesmo tempo. Algumas vezes nós apoiamos suas nádegas sobre almofadões, de maneira que eu possa entrar nele pela frente e ver seu rosto enquanto lhe dou prazer. Normalmente começamos com o consolador menor; com boa lubrificação o ânus dele pode aceitá-lo sem dificuldade e eu posso introduzi-lo tão rápido e tão forte quanto nós queremos. Agora que sua bunda se acostumou com o consolador pequeno, não preciso mais laçear seu ânus com meus dedos antes, exceto quando queremos usar isso como uma variante em nosso programa habitual. As vezes Antonio Paulo pede o consolador de tamanho médio, para sentir melhor a coisa. Eu tenho que ser gentil e move-lo lentamente e demora mais tempo para seu ânus aceita-lo todo. Nossa transa fica então mais aconchegante e menos frenética. Nós usamos o consolador grandão apenas em algumas ocasiões especiais. Ele diz que sua bunda nunca está suficientemente preparada para ele. Mas tenho que admitir que amo ver aquele pauzão imenso entrando na bunda dele, enquanto ele quase baba de tanto prazer. As vezes enfio o consolador menor em meu próprio ânus, enquanto enfio o grandão nele. Sempre fico muito excitada fodendo a bunda dele e em geral gozo rápido, mexendo um pouquinho no meu clitóris. Algumas vezes eu subo em cima dele e "sento" sobre o pênis dele, enquanto ainda estou fodendo-o na bunda. Outras vezes ele me leva ao prazer com seus dedos ou sua língua, assim que tiro o "meu" pau de seu bunda. Tivemos sorte de descobrir esse recurso para proporcionar-nos tal prazer. Eu sugiro a pratica do sexo anal para outros casais que estejam procurando alguma coisa nova e excitante. Eu sei que, como eu, muitas mulheres gostam de ser penetradas por trás, e penetrando a bunda de seus homens, elas descobrirão que penetrar é tão bom quanto ser penetrada. E seus homens ficarão tremendamente gratificados.

quinta-feira, 7 de outubro de 2010


No flagra II 
Era uma noite como outra qualquer, eu estava de quatro na sala. Estava usando uma calcinha e sutiã rosa de Claudinéia, minha empregada, que estava só de sutiã preto e um consolo preso na cintura numa tanguinha minúscula que era presa por um cinto nas laterais. Ela me mantinha com a bundinha bem aberta e exposta, a calcinha estava puxada bem para o lado, de forma que o consolo entrasse e saisse do meu rabinho. Ela estava num movimento de vai e vem quando chegou companhia. Foi uma surpresa desagradável. "Pensei que você não viesse, achei que tinha desistido", falou Claudinéia, suavemente. Olhei e queria não acreditar no que via. Estava ali em minha sala, surpresa, me vendo ser enrabado por minha empregada com um consolo enorme e de borracha, Natália, a vizinha mais bonita do prédio e por quem eu tinha atração e estava no meio de uma paquera. Pior, acho que só se fosse a loura boazuda que era a mais gostosa do edifíco, mas esta o que tinha de boa tinha de antipática. Natália era linda e simpática. Branca, vinte e poucos anos, terminando a faculdade, cabelos pretos lisos e compridos, seios apetitosos e um rabo que pedia por alguém que gostasse deles. Fiquei constrangido ao ser apanhado no flagra. "Natália, eu posso explicaaaiiiiiiii...", gritei com uma estocada mais forte de Claudinéia, que não parava. Muito pelo contrário, com uma das mãos segurou minha cintura e cavalgou com vontade. "Eu já estou entendendo tudo", ela falou, decepcionada. "Não, é que...hummmmmm....ahhhhhhh", eu gemia com os movimentos de Claudinéia. "Vejo que você tá gostando" "Não...", tentei me recompor, mas a verdade que estava quase chegando ao orgasmo,"...eu gosto de você e queria que nós...acredite você é lindaahhhhhhhhhh", eu gemia,"ahhhhh, enfia tudo, gata!!!", eu gritei, perdendo os pudores. "Que decepção", Natália falou "Deixa eu explicaahhhh...eu...aahhhh...hummm...não tô...mais, mais...ahhhh....conseguindo falaaahhhhh..." "Nota-se", ela falou, irritada. "Quer que eu pare, amor?", perguntou Claudinéia, parando de súbito. Eu arfei e rebolei no consolo procurando pelo movimento, "Não, não para, por favor". Ela me deu um tapa violento na bunda, que o estalo deu um susto em Natália. "E olha que eu queria dar para você", ela disse, fazendo beicinho. "Ainda...hummm...enfia tudo, até o fim, baby...ainda pode...aaaaahhhhhhh", eu disse entre suspiros. "Acho difícil agora", ela respondeu. "Tudo pode...hummm, delícia, mais...mudar", eu rebolava e Claudinéia começou a me masturbar e eu gemia e uivava e não conseguia mais dar atenção a bela Natália. "Vai tirando a roupa, gostosinha", falou Claudinéia. Timidamente, enquanto eu rebolava loucamente no consolo que Claudinéia me enfiava, Natália foi tirando sua saia longa e com franjas de chamois bege e blusa que completava o conjunto. O decote era generoso, mas agora que eu a via só de calcinha e sutiã preto, mais a bota até o joelho de couro bege. Ia admirando ainda mais suas formas e reparando nos seios sardentos que me atiçavam a libido. "Tira tudo, Vadia", mandou Claudinéia e ela obedecia. Eu não entendia nada, não tinha a menor idéia por que Natália aceitava tudo e minha única pista foi a frase a seguir,"Quem mandou você não acreditar, foi duvidar, agora vai pagar o preço", que me fez pensar ser algum tipo de aposta ou algo parecido. Quando ela ia tirar as botas, eu estava quase gozando e Claudinéia falou, "Fica com elas, quero você que nem uma puta. Abre bem a bunda dele" Ela aproximou-se e com cada mão separou minhas nádegas, pensei que ia perder minhas últimas pregas e soltei um grunhido com a dor. Claudinéia aproveitou bem e enfiou até o fim. Eu urrei e ela mandou Natália ficar de quatro ao meu lado. Eu mal conseguia olhar em seus olhos, nós dois de quatro, lado a lado e pude ver que a mão de Claudinéia já tava brincando com a xaninha e a bundinha de Natália. Assim que eu gozei, ela me largou sujo e esfregou os dedos melados do meu gozo na cara da Natália. "É o máximo que você vai ter dele, entendeu putinha?". Natália lambeu e passou a ser penetrada pelo consolo que ora devorava a bucetinha dela, ora o cuzinho, fazendo ela gritar e chorar muito. Quando tentei acariciar os peitos dela, tomei um tapa de Claudinéia e um aviso, "No seu lugar, continue de quatro, que essas tetas são minhas". E mal acabou de falar começou a aperta-las encostando seu corpo e seus peitos nas costas de Natália, sem parar de comer a bundinha dela. Quando fez Natália gozar e continuou até se divertir com o desepero dela, a soltou e fez ela chupa- la. Já estava excitada e rapidamente gozou na cara de Natália, que ficou lambuzada. Eu lambi o resto do gozo e nem tive chance de me aproximar de Natália, que foi enxotada do apartamento e xingada mesma quando saiu porta afora. Hoje em dia, ficamos os dois submissos a Claudinéia que me fez sua fêmea e tem como humilhação-mor a presença de Natália, dividimos as tarefas domésticas, que ela praticamente não faz mais e Natália e eu mal nos tocamos, quanto mais fazer sexo, embora o tesão de nós dois aumente cada vez mais. Enfim, eu consegui a xaninha de Claudinéia, mas quando a que eu queria mesmo era a de Natália. Ela só me deixa come-la raramente e na frente de Natália, como uma humilhação para ela e um suplício para mim. Na maior parte do tempo, Natália é quem devora a xaninha de Claudinéia. Eu virei a fêmea dela e tem um lado de mim que descobriu amar esse estilo. Imagino se algum dia vier a ter uma relação com Natália, se terei tanto prazer se ela não me transformar em sua fêmea.
Quem quiser, escrever, trocar idéias, pode mandar e-mail para britney-bi@excite.com ou britneybi@bol.com.br